Espaço de partilha de leituras e sonhos... Dos amigos da Biblioteca Escolar da Escola Básica Aristides de Sousa Mendes para os demais leitores, sonhadores e não só.
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terça-feira, 16 de outubro de 2012
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Dia Mundial da Alimentação
Para assinalar o Dia Mundial da Alimentação, a BE da EBIASM convida-te a participar num jogo on-line alusivo ao tema “Alimentação Saudável”. O jogo decorrerá na 2ª feira, dia 17 de outubro.
Forma uma equipa de 2 elementos e participa.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Dia da Criança
Dia Mundial da Criança na Biblioteca da EBI Aristides de Sousa Mendes, animação e alegria com os palhaços Emilinho e Anacleto e teatro de fantoches "Sapo é sapo", dramatizado pela turma do 6º E.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Dia Mundial da Poesia e Dia Mundial da árvore
Poema das árvores
As árvores crescem sós. E a sós florescem.
Começam por ser nada. Pouco a pouco
se levantam do chão, se alteiam palmo a palmo.
Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,
e deles nascem folhas, e as folhas multiplicam-se.
Depois, por entre as folhas, vão-se esboçando as flores,
e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,
e os frutos dão sementes,
e as sementes preparam novas árvores.
E tudo sempre a sós, a sós consigo mesmas.
Sem verem, sem ouvirem, sem falarem.
Sós.
De dia e de noite.
Sempre sós.
Os animais são outra coisa.
Contactam-se, penetram-se, trespassam-se,
fazem amor e ódio, e vão à vida
como se nada fosse.
As árvores, não.
Solitárias, as árvores,
exauram terra e sol silenciosamente.
Não pensam, não suspiram, não se queixam.
Estendem os braços como se implorassem;
com o vento soltam ais como se suspirassem;
e gemem, mas a queixa não é sua.
Sós, sempre sós.
Nas planícies, nos montes, nas florestas,
a crescer e a florir sem consciência.
Virtude vegetal viver a sós
e entretanto dar flores.
António Gedeão
As árvores crescem sós. E a sós florescem.
Começam por ser nada. Pouco a pouco
se levantam do chão, se alteiam palmo a palmo.
Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,
e deles nascem folhas, e as folhas multiplicam-se.
Depois, por entre as folhas, vão-se esboçando as flores,
e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,
e os frutos dão sementes,
e as sementes preparam novas árvores.
E tudo sempre a sós, a sós consigo mesmas.
Sem verem, sem ouvirem, sem falarem.
Sós.
De dia e de noite.
Sempre sós.
Os animais são outra coisa.
Contactam-se, penetram-se, trespassam-se,
fazem amor e ódio, e vão à vida
como se nada fosse.
As árvores, não.
Solitárias, as árvores,
exauram terra e sol silenciosamente.
Não pensam, não suspiram, não se queixam.
Estendem os braços como se implorassem;
com o vento soltam ais como se suspirassem;
e gemem, mas a queixa não é sua.
Sós, sempre sós.
Nas planícies, nos montes, nas florestas,
a crescer e a florir sem consciência.
Virtude vegetal viver a sós
e entretanto dar flores.
António Gedeão
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Dia Mundial do Braille

A 4 de Janeiro celebra-se o Dia Mundial do Braille.
Em 1827, Louis Braille, inventou um sistema de leitura, ao qual chamou de braille, baseado na sensibilidade epicritica do ser humano, que através do tacto da polpa digital consegue distinguir pequenas diferenças de posicionamento entre dois pontos diferentes.
Desde então o braille passou a ser o sistema de leitura utilizado por invisuais de todo o mundo.
Louis Braille nasceu visual mas perdeu a visão aos 4 anos de idade. Aos 8 anos entrou para o Instituto de Cegos de Paris onde aos 18 anos se tornou professor
Em 1827, Louis Braille, inventou um sistema de leitura, ao qual chamou de braille, baseado na sensibilidade epicritica do ser humano, que através do tacto da polpa digital consegue distinguir pequenas diferenças de posicionamento entre dois pontos diferentes.
Desde então o braille passou a ser o sistema de leitura utilizado por invisuais de todo o mundo.
Louis Braille nasceu visual mas perdeu a visão aos 4 anos de idade. Aos 8 anos entrou para o Instituto de Cegos de Paris onde aos 18 anos se tornou professor
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